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A Propaganda como Ferramenta de Marketing

A Pop Center conhece a receita para oxigenar seus negócios. Em entrevista concedida à revista Papel e Arte, Clélia, proprietária da papelaria, disse que "fazer publicidade é como respirar". Com um investimento publicitário oscilando entre 3 e 5% do faturamento total, a loja procura ocupar diversos meios, seja através de propaganda paga ou não. Dessa maneira, sua presença pode ser registrada tanto nos tradicionais veículos de comunicação (rádio, jornal e televisão), como também em mídias mais recentes, no caso, a Internet. A maior leva das peças veiculadas nessas mídias são encomendadas nas agências locais. Outra grande parte da criação é aproveitada do material enviado pela Oficina de criação da Brasil Escolar, vasto campo de idéias para a papelaria.

Os eventos realizados na comunidade, ponto forte da Pop Center, costumam mobilizar parte da cidade de Alegrete (RS). Desfiles de moda com direito a brinquedos de brinde, bailes no dia dos professores ou promoções na rua fazem parte do cronograma da papelaria. "Quando organizo um evento consigo entrevista em rádios locais", conta Clélia. A propaganda gratuita e o retorno institucional compensam o investimento.

As propagandas consideradas alternativas também fazem parte da estratégia da loja, que trabalha com mala-direta, telemarketing e cupom eletrônico, na Internet.

Todos os resultados são conhecidos através de pesquisas organizadas pela própria papelaria, que considera esse procedimento uma rotina.

"Comecei a receber convites para palestrar. Não sou uma especialista, mas acho importante passar para os outros essa experiência", reconhece. Sua palestra possui o sugestivo título de - Pesquisa de Satisfação do Cliente- e foi adaptada para atender a qualquer ramo do comércio.

A análise dos resultados indica que a Pop Center abocanhou 55% da preferência dos entrevistados. Os principais tópicos das pesquisas, realizadas dentro e fora da loja, questionam entre outras coisas, preço, concorrência, outros mercados, meios de comunicação mais eficientes e o que faria um cliente trocar de papelaria. Uma descoberta, por mais óbvia que pareça, é a importância do preço. "O consumidor também quer atendimento e qualidade. Eu tenho que conhecer cada vez mais o meu público, porque ele está ficando muito exigente." Hoje um cliente quer fazer por R$10,00 barba, cabelo e bigode", brinca Clélia. A palavra informação está se tornando ainda mais necessária no vocabulário das papelarias. Afinal, só o conhecimento vai indicar os melhores caminhos a serem percorridos. Há 14 anos no ramo, a Pop Center parece conhecer muito bem o que está fazendo. Ao comentar exemplos bem sucedidos de utilização publicitária entre associados da Oficina Brasil Escolar, Ronaldo Rico cita iniciativas da papelaria. "Ela tem marketing no sangue", elogia.